Aqui se encontra o guião para a construção do photostory
O objetivo da criação deste blogue tange na divulgação dos trabalhos realizados na Unidade Curricular Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, do 3º ano da Licenciatura em Educação Básica.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Comentário feito aos blogues das colegas
Autoras do blogue : Tânia Aldeano e Joana Miranda
Relativamente ao jogo “Separe em
sílabas” podemos dizer que é um jogo bastante interessante do ponto de vista
lúdico e educativo, porém, constatamos também os seus aspetos negativos e
positivos, dos quais comentaremos a seguir:
·
Aspetos positivos
- Do ponto de vista lúdico, o jogo apresenta um painel
bastante colorido, o que desperta o interesse da criança em jogá-lo;
- A criança enriquece o seu vocábulo, e desenvolve a
capacidade de escrita porque aqui ela própria tem de escrever fazer a divisão
silábica da palavra. Entretanto, tudo isto o que faz com que a criança
apresente uma postura bastante autónoma;
- A medida que a criança vai jogando, desenvolve também as
suas capacidades motoras, como por exemplo, a velocidade ao digitar;
- Reparamos também que, quando a criança erra o software não
emite nenhum som irritante ou desencorajador, apenas emite uma mensagem escrita
a conferir o resultado da divisão que acabou de fazer;
- Outro aspeto bastante interessante é a barra de progresso,
em que a criança obtenha informação geral do seu desenvolvimento no jogo.
·
Aspetos
negativos
- No jogo em questão, quando a criança erra, ela
simplesmente fica a saber que errou, mas sem ter a oportunidade de saber onde é que
errou porque o jogo não mostra a divisão silábica correta da palavra, para que
ela aprenda e não volte a errar;
- Ao jogar, a criança também não tem a oportunidade de
tentar novamente a divisão da palavra caso tenha errado por não saber ou por
algum engano que tenha como metido ao escrever, como por exemplo, trocar o “ç”
por “c”.
Os aspetos negativos acima relatados podem provocar na
criança, desmotivação e o desejo de abandonar o jogo.
Os melhores cumprimentos,
Benildja Mateus e Sandra Couceiro
Autoras do Blogue: Liliana Gonçalves e Suzana Costa
Em relação ao jogo “Casa ao intruso” achamos que de modo
geral achamos que promove o desenvolvimento cognitivo pelo fato de o jogo não
denominar o grupo de palavra que expressa, por exemplo, no jogo não aparece
nenhuma mensagem a dizer : “ Encontre o intruso do grupo de palavras dos países
da Europa”. Entretanto o fato de isto não existir obriga a acriança a pensar
primeiramente qual é o grupo de palavras que está expresso, e depois, qual é a
palavra que dele não pertence para poder excluí-la. Achamos que o jogo deveria expressar o grupo
de palavras se for direcionado para o pré escolar para que a criança esteja
mais próxima do que lhe é pedido. No primeiro ciclo os alunos já estão mais
familiarizados com as coisas que os rodeiam e já conseguem associar melhor as
palavras.
Outro aspeto bastante positivo é o fato de o jogo poder ser
efetuado sem ligação à internet, dando a oportunidade às crianças que não têm
oportunidade de pagar a internet, poderem jogar e aprender em casa.
Podemos dizer que o
jogo apresenta um bom porque felicita a criança quando acerta, e quando erra
incentiva a continuar o jogo propondo a criança a tentar novamente.
Parabenizamos às colegas pela excelente escolha do jogo “ Caça ao intruso”, pois ao nosso ver, o
jogo enriquece bastante o vocábulo lexical da criança, permite a mesma
relacione e associe as palavras, para além disso está repleto de aspetos
positivos.
Cumprimentos ,
Benildja e Sandra
Photo Story - O atraso do Pai Natal
Photostory
De acordo com a atividade proposta pelos
docentes da Unidades Curricular Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e
Comunicação, realizamos um filme utilizando o programa Photostory, que permite
trabalhar com imagens, legendas e som em simultâneo de forma original e
criativa.
Primeiro
escrevemos uma estória a partir do conto de Natal, disponibilizado pelos docentes
da Unidade Curricular. Após termos escrito a estória acordamos que o trabalho
iria ser realizado com crianças, pois um conto de Natal remete-nos à magia das
crianças.
Sendo esta uma mais valia, de por em prática a nossa futura profissão.
Solicitamos a ajuda familiar para a realização dos desenhos e da locução.
Com a
participação da Inês e da Mariana, que após a leitura da estória fizeram os
desenhos enquadrando os momentos principais de ação. Após termos reunido e
enumerado os desenhos por cenas, partimos para a gravação. A estória narrada é
um resumo do guião que escrevemos, isto porque achamos que a locução integral
da estória escrita seria muito extensa. Experimentamos associar música com a
locução mas verificamos que o som da locução ficava pouco percetível.
Esta experiência foi bastante
enriquecedora, pois pudemos entender que esta é uma ferramenta de trabalho
bastante útil para lecionar diversos temas de forma lúdica.
O programa, é muito explícito e fácil de trabalhar, apenas
sentimos alguma dificuldade na gravação de voz. A sincronização de texto e
tempo associado às imagens levou algum tempo a perceber.
Pensamos que poderia ficar melhor, mas sem dúvida que com a
experiência tudo se tornará mais fácil.
Segurança na Internet - Sandra Couceiro
Sandra Couceiro 3º A 090142073
Segurança
na Internet
A Internet é sem dúvida uma janela
aberta para o mundo, para o bem e para o mal. Embora as novas tecnologias tais
como: computadores, Internet, smartphones, tabletes entre outras, sejam responsáveis por uma evolução da humanidade
também estes trazem os seus “dissabores.”
A informação que o mundo inteiro
recolhe na hora exata de situações ocorridas no outro lado do mundo, poderá ser
muito importante, assim como poderá suscitar desagradáveis sentimentos e ações.
Será que toda a informação que
recolhemos através das redes sociais é credível?
O que nos garante que o que é
partilhado na Google é verdadeiro e fiável?
Os textos abordados sobre a temática
alertam-nos para situações de dúvida e de prudência com o que é partilhado nos
motores da Internet tais como a Google.
São empresas milionárias que vivem das
“nossas” visualizações e que não nos garantem veracidade nos seus conteúdos.
Tal como o texto de António Guerra
refere, o algoritmo PageRank, determina a sua importância através do numero e
qualidade de ligações que lhes remetem. Desta forma a Google transforma a inteligência em
informação, aproveitando-se desta que é colocada, e sem produzirem um único
conteúdo.
A segurança da rede Internet, e de
todos os conteúdos existentes nomeadamente informação pessoal dos utilizadores,
é uma valiosa ferramenta que é utilizada para os mais diversos fins estatísticos
entre outras atividades comerciais, como refere Rui Cardoso no seu
Editorial do Expresso.
São
vários os estudos realizados em matéria da importância atribuída aos dados
obtidos na Internet na fase de contratação. Um estudo da “CareerBuilder”
realizado em 2009 apurou que 45 por cento dos empregadores utilizaram as “redes
sociais” para recrutar e selecionar pessoal, confirmando ou aprofundando
informação contida nos currículos dos candidatos, sendo as mais utilizadas, o
Facebook e o Linked In. A pesquisa de perfis em blogues ou o seu acompanhamento
no twitter foi também muito frequente. De acordo com o mesmo estudo, 35 por
cento dos potenciais candidatos foram excluídos com base na informação
encontrada na rede, tal como fotografias impróprias; comentários relacionados com
o consumo de álcool ou drogas; comentários impróprios acerca de empregadores
anteriores; deficiente capacidade de comunicação; comentários xenófobos e
deturpação de qualificações. Podemos concluir que a Internet só divulga a
informação que obtém, seja ela verídica ou não, nós quanto utilizadores teremos
que controlar essa privacidade e não facilitar em códigos e acesso ao que nos
pertence. Penso que de alguma forma os utilizadores não imaginam o que pode
suceder ao simples facto de ter uma conta Facebook.
Bibliografia
Belancio, Vitor.
Público ( 2014) .Não são apenas
as celebridades que estão a nu na internet, p. 25
Cardoso, Rui (2014). Se o Google diz é porque é verdade. Mas será
mesmo? Nº 221
Guerreiro, António (2014). A maquina da google. p.25
domingo, 21 de dezembro de 2014
Reflexão individual -Segurança na Internet
Reflexão
individual
Segurança
na Internet
No
decorrer do tempo nos apercebemos que cada vez mais o pensamento do homem
evolui e as coisas a sua volta também acompanham esta evolução. A nível do uso
da internet nas Tecnologias de informação os fatos não mudam, pois a cada dia
deparámo-nos com novidades em sites, aplicações, softwares e nos equipamentos
eletrónicos, com o propósito de satisfazerem as necessidades da humanidade no
diz respeito à comunicação, à informação e ao entretenimento, todavia exigem uma
série de informações para que as pessoas possam identificar-se entre si e para
garantir a segurança das contas criadas na internet.
A
segurança na internet depende não só da leis de privacidade dos sites,
softwares, aplicações e etc, mas também do nosso sigilo após a criação das
passwords (as quais deve-se evitar construí-las apenas com a data de
aniversário, nascimento, ou número de telemóvel …) e cuidado em não expor informações
que possam por em causa a nossa integridade pessoal. A maioria das pessoas
antes de abrir uma conta em softwares ou redes sociais preocupam-se com as
vantagens que estes possam lhes oferecer, porém raramente procuram saber quais são
os perigos que estão expostas, e muitas vezes clicam em “concordo” nas leis de
privacidade e de segurança sem ao menos lê-las. De fato, não só as figuras
públicas correm o perigo de terem as suas contas invadidas, as pessoas comuns
também podem correr este perigo, atendendo o mundo consumista em que vivemos,
onde atraímos a atenção das outras pessoas quando expomos fotos íntimas, ou
mesmo bens materiais. E a partir das informações “ básicas” e totalmente
verídicas como a morada, a escola ou o local de trabalho, que fornecemos nos perfis
das nossas contas nas redes sociais, estas podem ser cruciais para que qualquer
pessoa chegue ao nosso encontro, ou mesmo falsifique a nossa identidade, o que
tem sido muito frequente nos últimos dias.
Atualmente,
podemos dizer que os equipamentos eletrónicos contendo internet estão a caminho
de substituir os livros, pois apresentam mais comodidade e rapidez nos
resultados de pesquisa, porém nem aqui estamos a salvo dos ataques, pois a cada
clique que fazemos nos sites podemos obter vírus que comprometem o bom
funcionamento do nosso dispositivo. Sendo assim, é indispensável a instalação
de antivírus nos aparelhos eletrónicos dos quais dispomos, pois o fato de os
servidores como por exemplo, o Google, a partir da sua atividade na internet
recolherem uma vasta gama de informações pessoais torna-se aliciante e motivo
de infiltração dos maus feitores.
Em
suma, após aula de Segurança na internet
e ter lido os textos propostos posso dizer que encontramos uma grande controversa
em relação ao uso e a segurança na internet, que é por um lado, a necessidade
de estar atualizado no que diz respeito às TICs; por outro lado, é a vulnerável
exposição aos perigos e ataques por hackers e não só. Diante deste antagonismo,
tenho em mim, como futura profissional de educação, que o melhor é continuar a
cultivar as informações que me proporcionem as devidas medidas de precaução, a
fim de reduzir as probabilidades de perigo no uso da internet, e para que
também possa orientar com maior eficácia dos meus futuros alunos e encarregados
de educação nesta vertente, uma vez que hoje em dia as crianças têm fácil acesso
à internet e podem, com mais facilidade, sofrer abusos, ou mesmo estar em
contacto com conteúdos inapropriados para a sua faixa etária.
Bibliografia
·
Belanciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades
que estão a nu na internet. p. 25.
·
Cardoso, R.
(junho de 2014). Se o goocle diz é porque é verdade. Mas será mesmo? Courrier
Internacional , p. 3.
·
Guerreiro, A.
(2014). Máquina Google. pp. 24-25.
·
Paula , Ana; Gonçalves , Adileuza e Almeida Aline.(2011). Benefícios e malefícios do uso da internet. ⦋Em linha ⦌. Disponível
em: http://internetbemoumal.blogspot.pt/ .⦋Consultado em 18-12-2014⦌
Benildja
Mateus
Turma:
A
Nrº
130142048
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
JCLIC
O Jclic é um
programa de exercícios multimédia de uso livre, desenvolvido numa plataforma
Java.
O programa Jcilc pode ser integrado no processo educativo desde o infantil até ao ensino
superior, sendo esta ferramenta de trabalho ajuda no processo da aprendizagem,
motivando o indivíduo a aprender explorando jogo tais como puzzles,
associações, sopa de letras, completar ausências de texto. Nestes jogos educativos
podemos integrar som e imagem com inúmeras possibilidades de atingir o sucesso
na aprendizagem.
Ao realizar os
diversos tipos de jogos que o Jclic apresenta para a aprendizagem da leitura e escrita,
bem como para as ciências e a matemática, a criança é, muitas vezes, brindada com uma mensagens ou sons quando é bem sucedida. Quando não é bem sucedida no
jogo ou tarefa, teremos de incentivar a criança a tentar novamente para que não
desmotive, podendo dar algumas pistas no sentido de a encaminhar a resultados
positivos.
A dificuldade do
jogo ou tarefa deverá ser referenciada para que a sua escolha seja direcionada
à faixa etária pretendida.
Para a realização da nossa biblioteca de
atividades no Jclic, escolhemos “ Os Ditongos” como tema a trabalhar, sendo
dirigidas às crianças do primeiro ano de escolaridade.
Para aceder à nossa biblioteca de atividades
no Jclic clique aqui:
Bibliografia
* Pessuti,
O., Arco-Verde, Y. F., Andrade, A. R., Digiovanni, A. M., Santos, E., &
Menta, E. (2010). Manual para uso do Jclic. Curitiba: Secretaria de
Estado da Educação.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Programa de Televisão (Avaliação)
Língua
Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação
PROGRAMA DE
TELEVISÃO
República das Perguntas, RTP 2, uma série
educativa infanto-juvenil, 30 perguntas para viajar 100 anos para trás, 1º
ciclo (8-10 anos ).
Oralidade - As crianças (
desempenhando o papel de atores), em linguagem acessível às outras crianças,
mostram como era a infância no tempo em que a República dava os primeiros
passos em Portugal. Além de trabalhar a história de Portugal, esta série
desenvolve a capacidade de compreensão das crianças que há cem anos a educação
destas era muito diferente da atual. A escola e os conteúdos curriculares apresentam
muitos pontos divergentes em relação os atuais.
Cada episódio tem a duração de 10
minutos.
Proposta de
Atividade
Propomos uma atividade com um grupo de 5º ano,
que escrevam um guião, com uma parte da história Implantação da República e a
queda da monarquia, e façam um pequeno teatro para os restantes colegas.
Referindo os jornais, os meios de comunicação e salientado as tecnologias
existentes na época.
Para aceder a nossa proposta de atividade
click aqui:
Sandra Couceiro nº 090142073
Benilja Mateus nº 130142048
3º ano
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